“Já é noite! Vim apenas deixar um desejo. Podes dormir com os anjos, mas promete que vais sonhar comigo? Beijinhos doces.”
Parabéns aos noivos
Quero parabenizar o casal por este momento tão sublime que é o da união entre duas pessoas que se amam.
Que vocês sejam cobertos de bênçãos, felicidades e plena harmonia.
Que o caminhar dessa nova vida seja sempre caminhos de flores, esperança e que a constituição de uma nova família ocorra na mais pura felicidade.
Parabéns por este passo tão importante e de tamanha grandeza em suas vidas.
Hoje e sempre vocês sejam muito felizes.
Nossos verdadeiros e sinceros votos de felicidade ao casal.
A Despedida
Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente…
E só então a gente poderá amar, de novo.
Surpreenda a todos
Surpreenda a todos aqueles que não esperam nada de você…
Nada lhe faltará
Não teme nem desanima quem se convence que é mantido pelo poder divino, podendo ter a certeza que Deus o auxiliará em todas as suas necessidades. Quem ama Deus nada lhe falta.