Pandas
Pandas gostam de dormir e comer. ConcluÃmos que, sou um panda.
Ah, como eu quero viver o amor que um dia experimentei…
É um amor distante, mas muito presente; é um amor lindo, muito lindo, mas eu ainda não o vi de perto; é um amor forte, mas que nos torna sensÃveis, simples e inocentes como crianças; é um amor grande, mas que nos torna pequenos e desprovidos de desejos de grandeza; é um amor de primavera, mas que está presente em todas as estações do ano; é um amor atrevido, mas que sabe respeitar o coração amado; é um amor que chora com a distância e uma possÃvel separação, mesmo quando os corpos nunca estiveram juntos; é um amor que traz paz em meio a tanta dor causada pela distância; é um amor que encurta a distância e une dois corações em um só coração; é um amor que dá esperança de encontro inesquecÃvel; é um amor que dá a certeza de nos pertencermos, mesmo quando as impossibilidades são reais; é um amor que vivifica.
É assim!
Isto é o nosso amor.
Numa sala de aula, onde havia várias crianças, uma delas perguntou à professora:
Professora, o que é o amor?
A professora sentiu que a criança merecia uma resposta à altura da pergunta inteligente que fizera.
E como já estava na hora do recreio, pediu que cada aluno desse uma volta pelos jardins da escola e trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor.
As crianças saÃram apressadas e depois de alguns minutos voltaram à sala.
A professora esperou que todos se sentassem e, quando o silêncio se fez na pequena sala, cobrou a tarefa que lhes havia dado: Quero que cada um mostre o que trouxe consigo.
A primeira criança disse: Eu trouxe esta flor, não é linda?
A segunda falou: Eu trouxe esta borboleta. Veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção.
A terceira criança completou: Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele havia caÃdo do ninho junto com outro irmão. Não é uma gracinha?
E assim as crianças foram mostrando tudo o que tinham captado lá fora, que pudesse representar o amor.
Terminada a exposição, a professora notou que uma das crianças tinha ficado quieta o tempo todo. Ela estava muito envergonhada, pois nada havia trazido.
Então a professora se aproximou dela e lhe perguntou:
Meu bem, por que você não trouxe nada?
E a criança timidamente respondeu:
Desculpe, professora. Eu vi a flor e senti o seu perfume. Pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume exalasse por mais tempo.
Vi também a borboleta, leve e colorida! Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la.
Achei um passarinho caÃdo entre as folhas, mas, ao subir na árvore, notei o olhar triste de sua mãe e preferi devolvê-lo ao ninho.
Portanto, professora, trago comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mamãe passarinho ao ver seu filhote de volta, são e salvo.
Como posso mostrar o que trouxe?
A professora agradeceu a todos e, olhando a criança de mãos vazias, disse-lhe:
Você foi a única criança que percebeu que só podemos trazer o amor no coração.
Se você já consegue perceber as belezas que Deus criou para enfeitar o planeta que nos serve de morada, não queira reter essas maravilhas para si somente, pois isso não é amor, é egoÃsmo.
Se você admira as flores, deixe-as no lugar em que estão, para que os outros possam sentir também o seu perfume e admirar sua beleza.
Se você se extasia contemplando a leveza dos pássaros a deslizar no ar, não os prenda em gaiolas, para que outras pessoas possam admirá-los também.
Se você aprecia ver os rios de águas cristalinas a correr por entre as pedras, não lhes polua o leito, para que outros olhos possam contemplá-los, igualmente.
Se você gosta de banhar-se nas águas limpas do oceano, não lhes turve a limpidez, para que todos possam usufruir dessa maravilha.
Se você se sente bem respirando ar puro, preserve-o para que todos possam desfrutar desse benefÃcio.
E, por fim, lembre-se: o verdadeiro sentimento de amor só pode ser conduzido no próprio coração.
Todos sabemos que a morte faz parte das nossas vidas; ela é como uma sentença que carregamos. Mas como aceitar a perda daqueles que amamos?
Hoje devo dizer-lhe adeus, mas meu coração se recusa a aceitar. Você é muito especial para mim e ter que mentalizar que já não vou voltar a ver você, é como querer viver sem respirar.
Sufoco de tristeza, mas sei que devo aceitar e que o tempo me irá ajudar nisso. Mas jamais vou esquecer você, jamais vou deixar de sentir profundas saudades. Sua memória viverá eternamente comigo, e tudo que vivemos aquecerá meu coração quando o gelo da saudade o cobrir, e através de mim você viverá eternamente!
Até sempre! Conhecer e conviver com você foram das coisas mais lindas e maravilhosas da minha vida, e por isso também lhe agradeço…
Que este casamento seja a melhor tradução para alegria, felicidade e amor. Parabéns!
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