“De modo suave você pode sacudir o mundo. Bom dia!”
A cada novo aprendizado
Somos como casas inacabadas: a cada novo aprendizado, um tijolinho é colocado.
Todo o seu esforço valeu a pena
Todo o seu esforço valeu a pena, querida amiga. Este caminho certamente não foi fácil, mas você superou qualquer dificuldade, chegou até aqui e merece sentir o prazer da vitória.
Parabéns pela sua formatura! Agora é tempo de sonhar e começar uma nova fase. Que os dias que se aproximam sejam de muito sucesso, tanto para sua vida pessoal como profissional.
A Despedida
Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente…
E só então a gente poderá amar, de novo.
Afinal, o que é paz?
Paz não é apenas a ausência de guerra entre os países.
Paz é garantir que todas as pessoas tenham moradia, comida, roupa, educação, saúde, amor, compreensão, ou seja, boa qualidade de vida.
Paz é cuidar do ambiente em que vivemos, garantir a boa qualidade de água, o saneamento básico, a despoluição do ar, o bom aproveitamento da terra.
Paz é buscar a serenidade dentro da gente para viver com alegria os bons momentos, ter força e boas ideias para enfrentar os problemas e resolver as dificuldades.
Isso tudo sem precisar fugir. Acima de tudo, paz é criar um clima de harmonia e bem-estar na família e na comunidade, lembrando-se sempre de que onde há amor, há paz. Onde há paz, há Deus e onde há Deus, nada falta.
Me perdoe
Hoje, tudo o que eu quero é te pedir perdão por tudo o que aconteceu. Sei que aconteceram muitas coisas, mas gostaria que você soubesse que te considero muito em minha vida.
Você foi uma das melhores pessoas que eu tive o prazer de conhecer, e infelizmente magoei. Sei que você não merecia e é justamente por isso que escrevi esta mensagem.
Me perdoa, vai. Esquece essa mágoa e me liga. Não se apegue ao passado e desista dessa tristeza que nos corrói por dentro. Estou aguardando sua volta, mil perdões.