“Que neste Natal cada ser humano procure doar um pouco de si. Não somente em coisas materiais, mas principalmente em pequenos gestos para com o próximo.”
Te amo cada dia mais
Esta data é muito especial. Hoje com muita alegria comemoramos nossa união, o dia que decidimos compartilhar juntos nossas vidas, dividirmos a beleza de um novo amanhecer, as alegrias, as tristezas, as descobertas para o futuro que nos espera.
Dizem que no começo tudo é maravilhoso. Eu acredito que a vida a dois pode ser eternamente um começo se soubermos respeitar e compreender um ao outro, colocando sempre a frente os sentimentos que unem e acima de tudo conservam qualquer relação.
Estamos construindo nosso mundo com base sólidas, nosso futuro e nossa felicidade depende somente de nós mesmos.
Te amo a cada dia mais.
A decepção e o colírio
Quem duvida que seja possível voltar a amar depois de uma decepção precisa saber que não só isso é, sim, possível, como também é possível passar a amar mais solidamente a mesma pessoa que causou a decepção.
Acredite: uma das decorrências mais importantes da experiência de decepcionar-se com alguém é que, justamente em razão disso, passamos a conhecer melhor esse alguém. O conhecimento é um fruto benéfico da decepção. Assim como o autoconhecimento. O desapontamento indica que talvez houvesse uma ilusória expectativa, uma percepção falha da realidade do outro, um entusiasmo pelo amor sentido, sem uma visão clara do destinatário dele. A decepção retira o iludido da cegueira em que se encontrava, pinga um colírio em seus olhos. É uma experiência de “desvirginamento” da consciência. Demovida de sua ingenuidade, a pessoa passa a ter os pés mais bem assentados no chão. A vivência assusta, fere, causa dor. Mas também deixa a vítima mais centrada.
A rigor, não se pode amar alguém que não se conheça por inteiro. Em circunstâncias assim delineadas, na melhor das hipóteses ama-se o amar. Quando a decepção acontece, surge a pergunta: “Onde estavam meus olhos, que não viam o óbvio?” Eis uma boa rota de reflexão. É possível que os “olhos” estivessem voltados para dentro, não se ocupando adequadamente com o fator externo. Há quem diga: “Mas ele (ou ela) realmente expressava coisas do meu agrado. Como pode ter virado do avesso?” Pois é! Algumas pessoas se apresentam de forma especial, ou dizem sempre o que sabem que será bem recebido, deixando a sinceridade de lado, com o simples propósito de conquistar. Sedução é um dos nomes que recebe esse expediente. Mas é possível diferenciar quando se está diante de algo confiável ou de um engodo. Uma dica: o “especial” da sedução não convence; é possível identificar a falsidade através dos sentimentos (a pessoa simplesmente estranha: “Ele me traz flores, mas isso me parece tão protocolar e impessoal!”). É possível também perceber a incongruência entre as coisas que uma pessoa diz e as que faz (como quando ela afirma que está aberta para ouvi-lo, mas tem os braços cruzados sobre o peito ao dizê-lo, num claro indício de distanciamento).
Mesmo em situações assim, porém, a partir do momento em que uma decepção é vivida com discernimento e maturidade, abre-se a possibilidade de o amor se estabelecer em bases mais confiáveis. Passa-se a olhar para o outro como quem o vê pela primeira vez. Àqueles que pensam ser impossível conviver com os aspectos ruins da pessoa descortinados por uma decepção eu repito: só se pode dizer que se ama verdadeiramente quando se ama a pessoa inteira. Isso inclui não só a luz, mas também a sombra. Basta que se pondere sobre a recíproca: quem se sentiria amado de verdade, se não fosse aceito em seus defeitos, dificuldades, deficiências, insuficiências e dores?
Existem situações, admito, em que se descobre ser impossível o convívio com as diferenças, em razão de serem inassimiláveis. Acontece. Agora, que a vivência de se decepcionar deixa a pessoa mais bem equipada para viver o mesmo ou outros relacionamentos — com pessoas inteiras como ela, feitas de sombra e luz —, isso deixa.
Decepção é como o colírio: deixa os olhos mais limpos para ver o outro.
Obrigado Deus por essa família
Obrigado Deus por essa família maravilhosa que me destes…
Amor de mãe
Mulher de uma grandiosidade infinita de sentimentos. Nós a chamamos por esta palavra tão pequena, mas que é o sinônimo de outra pequenina, que também exprime o maior dos sentimentos, o “amor”.
Sua vida, já não lhe pertence. Se abdicou dela, ao colocar-nos no mundo. A sua felicidade é vislumbrada a cada uma de nossas vitórias e conquistas. E sentimos que esta felicidade cresce, ao darmos continuidade ao que ela um dia começou.
Mulher forte, destemida e batalhadora. Guarda para si, as suas angústias, procurando sempre nos poupar, evitando nos preocupar e buscando dentro de si, forças, para ainda, nos ajudar.
Com seus gestos, palavras, carinhos, ou até mesmo dando-nos o seu colo. Faz sentir-se presente a todo instante, passando-nos a certeza de que, neste mundo para o qual ela nos trouxe, jamais nos abandonará, e que ela é a nossa maior aliada, em qualquer circunstância ou adversidade que a vida nos apresentar.
Foi escolhido um dia para rendermos nossa homenagem a você “Mãe”, mas sabemos que o seu dia, são todos, pois o seu amor por nós, não mede dia, hora, nem lugar.
Deixo aqui, a minha singela e sincera homenagem pelo dia de hoje. Mas saiba que em meus pensamentos e em meu coração, eu a tenho a todo instante
Que todos os dias seja o seu “dia das mães”.
Te amo!
Agradeço a você
Oi!
Gostaria de lhe dizer que existem pessoas que não acrescentam coisas na vida de outras pessoas e nem mesmo na vida dela própria. Você não é uma dessas pessoas. Você é diferente! Você é muito especial!
Você acrescenta e muito em minha vida. Me traz força, alegria e inspiração para minha vida!
Obrigado por tudo que faz por mim!
Te admiro muito e quero ter você sempre ao meu lado!
Um grande beijo!