“Saudade é melhor do que caminhar vazio.”
Amor eterno e incondicional
Você chegou e logo roubou meu coração; mesmo antes de conhecer a cor do seu sorriso, enquanto éramos um só, eu já amava você, meu filho, luz que agora ilumina meus olhos e aquece meu coração.
Quando pela primeira vez segurei seu corpinho nos meus braços, a emoção me impediu de falar e meu corpo se tornou pequeno para tanto sentimento. Aí ficou marcado o momento da certeza que surgira muito antes, de que você fez nascer em mim um amor que será eterno e incondicional. Eu te amo, meu filho!
Perto um do outro para sempre
Não importa o tempo que já passou desde que dei você à luz. O amor que nasceu entre nós vai crescendo de dia para dia e ele é bem maior que nossos corações.
Eu era capaz de dar minha vida pela sua, pois não há nada mais importante para mim do que saber que você está bem. Todos os dias peço a Deus que esteja ao seu lado em todos os passos que der e que permita que estejamos perto um do outro para sempre.
Derramai Senhor
Derramai Senhor sobre nós o teu espírito, para que juntos possamos construir uma perfeita união. Um para o outro, ambos para ti.
Pessoas especiais por perto
Não há maior alegria do que saber que temos pessoas especiais por perto. Quando assim acontece nunca estamos sozinhos e não somos os únicos lutando pela nossa felicidade.
Com pessoas maravilhosas como você do meu lado, não há razões para ter medo. A minha vida faz mais sentido com todos os momentos que partilhamos e eu sou feliz em ter alguém em quem confiar.
A Despedida
Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente…
E só então a gente poderá amar, de novo.